A temporada de 2025 tem se revelado um amargo lembrete de que o caminho do Botafogo sob John Textor ainda é repleto de obstáculos. O proprietário da SAF admitiu “20 coisas que fiz errado” após a eliminação da Copa do Brasil para o Vasco nos pênaltis, marcando a sexta queda em sete competições disputadas no ano.
Vice da Recopa e Supercopa, fora do Carioca na primeira fase, e saídas da Libertadores e Mundial de Clubes já haviam selado um ano de frustrações. Este cenário foi agravado pelo planejamento falho, começando pela demorada busca por um sucessor para Artur Jorge, que aceitou oferta catari em dezembro de 2024.
Renato Paiva, o substituto, só foi anunciado em fevereiro de 2025, dois meses após a saída de Artur Jorge. Esse atraso, somado à venda dos principais destaques dos títulos anteriores e à lenta reposição de peças, revelou uma série de problemas de gestão que comprometeram o desempenho da equipe.
Textor e o Equilíbrio entre Vendas e Gestão
John Textor defende sua estratégia de “clube de mão dupla”, afirmando que vender craques como o goleiro John gera oportunidades aos atletas e atrai novos talentos. Contudo, a torcida do Botafogo questiona se o timing e a reposição dessas saídas não impactam a competitividade do time em momentos cruciais.
A instabilidade administrativa com os sócios da Eagle Holding adicionou turbulência. John Textor declarou que a “briga acabou” e que “estamos alinhados”, finalizando um embate judicial pela posse da SAF. Essa disputa pelo controle certamente impactou o planejamento e o ambiente do clube.
Apesar das frustrações, Textor ressalta o orgulho de o Botafogo ter expectativas de vencer tudo e confia no elenco. Resta o Campeonato Brasileiro para reverter o ano. Ele prometeu foco em acabar a temporada forte, buscando transformar o Nilton Santos num lugar de festa. Acompanhe todas as notícias.
Fonte: Insider Botafogo e GE Globo










