Crise se agrava: Montenegro aponta “dinheiro de agiota” e teme paralisação financeira na SAF do Glorioso
Carlos Augusto Montenegro, figura histórica do Botafogo, emerge como mediador em uma das fases mais tensas da relação entre o clube associativo e a SAF. Após decisão judicial que impede a venda de jogadores sem anuência, Montenegro busca um acordo entre as partes brasileiras. Contudo, em meio ao papel de “pacificador”, o ex-presidente fez uma grave acusação: John Textor estaria recorrendo a “agiota”, pagando juros de 10% ao mês, para honrar a folha. O empresário norte-americano, no entanto, negou categoricamente a acusação ao GE.
As Preocupações Financeiras e o Risco para o Alvinegro
Montenegro expressou profunda preocupação com a saúde financeira da SAF Botafogo. Ele afirma que não há repasse de dinheiro da Eagle Football desde o início da disputa entre os sócios, colocando em risco o pagamento de parcelas de jogadores, Profut e acordos trabalhistas. O associativo, segundo Carlos Augusto Montenegro, não pretende bloquear vendas, mas exige que o dinheiro permaneça no Brasil, para investimentos no Glorioso, sem ser direcionado ao Lyon ou à Ares. Apesar das críticas e de classificar Textor como “raivoso”, o ex-dirigente o considera um “ídolo eterno” da Estrela Solitária, mas alerta para a instabilidade. As últimas notícias indicam que a situação segue delicada.
Fonte: Insider Botafogo e GE Botafogo










