Chegamos no momento crucial da temporada precisando remar novamente, buscando melhores resultados e performance, a nova comissão fora da caixinha pode trazer duvidas, mas também a certeza que dentro da estrutura do Botafogo não cabe mais um futebol nos moldes Brasileiro, combatendo o comodismo e se atualizando sem tirar os pés da europa.
O desnecessário Paiva, com prazo de validade:
Era notório que existia uma insatisfação da torcida com a escolha do treinador feita em fevereiro de 2025. O Botafogo sabia disso — e sabia também que boa parte da insatisfação estava atrelada à forma como ele foi escolhido: da demora até o nome em si, que gerava mais certeza de fracasso do que qualquer esperança.
No ano mais competitivo do clube, o ex-treinador tinha apenas a confiança de Textor, que se baseou em sua teoria de futebol, Paiva era um otimo orador, com ideias revolucionarias porem, de currículo fraco e com uma condução de vestiário nada harmoniosa, a falta de segurança era evidente, Paiva era pequeno demais pro tamanho do projeto e isso só deixava nítido que os questionamentos viriam à medida que não se via desenvolvimento no trabalho. Paiva era um estranho no ninho a figura não desejada por todos.
O português chegou como uma bomba em contagem regressiva — e todos sabíamos que ela iria explodir. Torcíamos apenas por um impacto menor.
A percepção, que antes era exclusiva da arquibancada, tomou o clube. A insatisfação com jogos de baixa qualidade e, claro, a não entrega do que prometeu na sua “entrevista de emprego”, irritou até o único ser que depositou confiança em seu trabalho: Textor.
Nem mesmo o resultado histórico contra o PSG no Mundial foi capaz de segurar, ou sequer maquiar, um futebol fraco, pouco propositivo, e uma série de decisões questionáveis que gerou a eliminação contra o palmeiras e o sufoco além do necessário contra times vencíveis.
E sim, no final, PAIVA CAIU. A bomba explodiu — e, graças a São Nilton Santos, tivemos um impacto menor do que esperávamos.
É agora? tic tac, o Relógio joga contra:
Sim, com o alívio da demissão daquele que nunca deveria ter vindo, logo veio a angústia de sofrer nas mãos do relógio. Afinal, já conhecemos o modo operante de Textor: suas entrevistas, sua calma e, principalmente, suas decisões sem interferência, quando ele resolve tomar para si a escolha do novo treinador.
O botafoguense teme um novo roteiro como o do início do ano, quando o dono da SAF, sufocado por um Lyon cheio de problemas, não teve capacidade de tomar boas decisões e protelou.
Só que agora, sem tempo algum, Textor prometeu uma escolha rápida, criteriosa e certeira.
NÃO EXISTE MARGEM PRA ERRO, NEM DEMORA.
O campo grita, a ansiedade bate — e os resultados/performance não podem ser piores do que os que já tivemos.
Abbiamo un Tecnico:
Quem conhece a figura de John sabe muito bem seu nível de ambição — e também de loucura. Alguém adepto a apostas arriscadas, com grandes resultados e também grandes perdas.
Não é nada diferente de qualquer outro visionário de sucesso: erra, assume seus erros, replaneja — mas nunca perde a coragem de ousar.
E foi com essa mentalidade que encontrou um nome nada unânime e pouco convencional comparado às suas antigas escolhas.
Alguém fora de Portugal, mas ainda com mentalidade europeia: Davide Ancelotti.
O italiano de 35 anos, ex-auxiliar e filho do multicampeão Carlo Ancelotti, foi o nome escolhido.
Os critérios usados foram ousados. Davide, que carrega mais perguntas do que respostas, também traz credenciais que nunca tivemos dentro do clube: uma vasta experiência em times do topo da Europa, com resultados que nenhum outro treinador do Botafogo teve até aqui
Davide na visão do Botafogo, representa um respiro novo, uma forma atualizada de ver futebol, uma nova safra de técnicos promissores que vão moldar como nosso futebol vai ser daqui pra frente, mais estudado, calculado e metodico, enterrando de vez qualquer possibilidade de um boleiro de vestiario, trazendo profisionalismo e o sangue fervendo por resultados.
E as expectativas?
Faltam 6 meses, vamos por os pés no chão com a conclusão que nao dá pra exigir resultados fora do normal de quem acabou de chegar, a nova comissão técnica nada tem culpa do que foi feito 6 meses atras, e sem comparações, lembre-se que o Botafogo de 2025 é diferente de 2024.
Independente de como vamos virar o ano, no final só existe um responsável por tudo isso (textor) e oque nos cabe é apenas apoiar, questionar no que for necessario e torcer, lembrando sempre que a ousadia é oque molda esse clube e não o medo, a era da insegurança precisa ficar pra tras, o Botafogo hoje é ponteira do Brasil no que diz respeito a atualização do futebol, sua estrutura e sua forma de captar jogadores e até profissionais da europa é oque faz sermos oque somos hoje, o respeito começa de dentro pra fora, precisamos nos enxergar como realmente somos: O TIME A SER BATIDO.
E Não, Kanu, nós não vamos virar o Real Madrid.
já nascemos maiores.









