Adson Batista, presidente do Atlético-GO, acende o alerta sobre as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), questionando os altos investimentos e a ausência de fair play financeiro no futebol brasileiro.

CBF deve liderar o debate sobre novas regras financeiras

Para Adson, as SAFs transformaram o mercado esportivo de maneira drástica. Ele destacou que, em poucos anos, clubes estruturados com esse modelo chegaram ao cenário com recursos que parecem “infinito”, desequilibrando as finanças gerais do futebol brasileiro. Ele defende que a CBF assuma a liderança na criação de uma legislação robusta e clara, visando proteger os clubes.

“Precisamos de uma Liga forte para competir como na Inglaterra e na Espanha. Até lá, a CBF deve organizar o futebol brasileiro com regras bem definidas. A falta de limites financeiros é uma irresponsabilidade que pode custar caro”, argumentou.

Clubes sem SAF também causam preocupação

Adson criticou diretamente o Corinthians, que, mesmo com uma dívida superior a R$ 2 bilhões, continua investindo pesado no mercado. “Cada clube tem sua realidade, mas não é aceitável que se gaste sem responsabilidade. É preciso proteger o futuro do futebol com limites financeiros bem claros”, apontou.

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O dirigente ressaltou o contraste com a gestão do Atlético-GO, que mantém contas equilibradas e livres de dívidas. Ele finalizou pedindo um sistema que responsabilize dirigentes por eventuais prejuízos deixados após suas gestões.

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Fonte: GE Botafogo

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